TCHECA

Fruto da união de três figuras fundamentais da cena cervejeira do país, Leonardo Botto (Blog do Botto), Edu Passarelli (Edu Passarelli Recomenda) e Alexandre Bazzo (Cervejaria Bamberg), a Tcheca é um projeto acalentado com todo o carinho há um certo tempo e que ganhou as ruas (ou os copos) esse mês.

Pude conhecer o resultado preliminarmente no Concurso Nacional de Cervejas Artesanais das ACervAs que aconteceu aqui em BH, mas agora posso resenhar a produção, engarrafada, com mais atenção. Portanto, vai aqui, em linhas gerais, minhas impressões:

Aparência: cor dourada, translúcida, espuma densa. Boa para enganar os incautos, pois de longe parece uma pilsen comum…

Aroma: Lúpulos e malte. Biscoito, adocicado, aroma de lúpulo complexo. Equilibrado, sem diacetil.

Sabor/Sensação: Bom corpo, lupulagem assertiva, amargor persistente, final seco. Muito bem feita.

Em suma: uma pilsen de respeito, pra quem não tem medo de lúpulo. Se dá muito bem, com certeza,  com pratos picantes, potentes ou gordurosos. Excelente iniciativa e contribuição para a cultura cervejeira do Brasil, que agora conta com pilsens de verdade. Vocês podem acompanhar os rumos do projeto no Blog da Tcheca, também aí na lista de links.

P.S: Ficou perfeita com parmesão. Parabéns aos caras!!!

Ouvindo: Metallica – My Apocalypse

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Uma resposta para “TCHECA

  1. Experimentei a Tcheca neste fim de semana e infelizmente não gostei.
    Sou um apreciador de cervejas importadas, dentre elas as pilsens tchecas e também um leitor assíduo do blog do Edu Passarelli, motivo pelo qual nutria uma grande expectativa pela cerveja.
    Mas ao experimentar, acreditando que encontraria algo próximo das Pilsens Tchecas que eu adoro, não foi bem o que eu pude degustar.
    Na verdade, achei uma cerveja comum, com uma dosagem de lúpulo exagerada, fora até mesmo dos padrões das ótimas e amargas cervejas tchecas.
    Talvez por ser uma cerveja artesanal, possa variar de lote para lote, mas a Tcheca que eu experimentei ficou muito aquém do que eu esperava.
    Lupulagem marcante e amargor persistente são ótimos, mas tem limite… a Tcheca exagerou… bem diferente do que acontece nas verdadeiras tchecas.

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